Muitas vezes o sucesso das respostas está oculto na maneira de se fazer uma pergunta. O que as macroestruturas tem a nos ensinar sobre as microestruturas? E essas, por sua vez, o que tem a nos oferecer acerca daquelas? Tendo a Natureza se mostrado à nossa razão sempre através de simetrias elegantes e ciclos que interagem em diferentes escalas de abrangência, seria sábio continuar buscando respostas orientadas pelas "mesmas pautas" onde foi escrita a "sinfonia universal", sem no entanto não nos afastarmos da humildade necessária para reconhecer "frases" nunca antes vistas, "tons e semi-tons" em combinações nunca antes imaginadas...
vejam esta matéria da revista Astronomy:
sobre a teoria de campos:
existe matéria assosciada aos campos gravitacionais? (ou "dissosciada" ao longo deles? - matéria entre matérias?) Haveria um lugar para uma nova interpretação do "éter" na teoria de campos? (Materia-energia assosciada aos campos gravitacionais estendidos entre os corpos celestes no espaço-tempo?) Quais as implicações nas interpretações de Big-Bang e Big-Crunch? É possível desenvolver estudos nesses ítens através de analogia com sistemas do microcosmo (Física Quântica e de Partículas)? Onde estão os "elos perdidos", podemos deduzí-los através dessa estratégia?
Artigos relacionados ao tema, na Nature:
(artigos completos são apenas para assinantes)
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Analogies:
Do you think it is possible to investigate the macrocosm structures stablishing
analogies with the microcosm structures? (and using inductive reasoning to
reach the unknown structures...)
This can be the way to conciliate relativistic and quantic theories?
(i saw
and
http://en.wikipedia.org/wiki/Inductive_reasoning
Giuseppe Vicentini
Engineer
Belo Horizonte - BRAZIL